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Monique C. Rabelo de Mattos
Belém (PA)
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Sobre mim
Advogada de Empresa Pública Federal e Profissional Liberal
Advogada graduada pela Universidade da Amazônia. Pós graduada em Direito Material e Processual do Trabalho pela Uniderp. Advogada concursada da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos.
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Monique C. Rabelo de Mattos
Comentário ·
há 9 anos
Vou interditar o papai
Ivone Zeger
·
há 12 anos
Doutores,
Não concordo com o posicionamento do artigo.
Um idoso que está dilapidando o patrimônio pode sim ser interditado, antes que ele mesmo vá às ruínas.
O Estado, a sociedade e a família tem o dever de proteger o idoso (estaturo do idoso), sem falar na atuação do MP.
Para além disso, o descontrole com as finanças e irresponsabilidade com as obrigações e o desprezo pelo futuro, podem ser característica de prodigalidade.
Esse distúrbio psiquiátrico torna a pessoa semi inimputável e permite sim o pedido de interdição.
Sob o ponto de vista criminal, a depender dos atos praticados, a namorada pode ser enquadrada.
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Raquel Madruga
Comentário ·
há 12 anos
Vou interditar o papai
Ivone Zeger
·
há 12 anos
Perfeito Roberto Lopes e Ana Sales!! Precisamos de pessoas com senso crítico, que não tomem por verdade qualquer bobagem dita por algum intelectualóide por aí!!! É óbvio que não se pode generalizar, nem todo filho preocupado com o patrimônio dos pais está necessariamente preocupado consigo mesmo! Mas tem muito idoso (a) que depois de velho perde a noção do ridículo!!
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Ana Sales
Comentário ·
há 12 anos
Vou interditar o papai
Ivone Zeger
·
há 12 anos
Não me preocupa o comportamento da "jovem companheira" quando acabar o patrimônio, porque quem tem que se preocupar com isso é seu proprietário, e não um estranho que passou por seu caminho. Mas é fato que, uma vez desprovido de recursos, ele processará a moça aflita - sua filha - para prover-lhe o sustento.
São contradições da lei brasileira: o descendente é obrigado a prover o ascendente, mas o segundo não pode ser obrigado a preservar seus proventos. Ou: os ascendentes são obrigados a manter a prole de seus descendentes, mas não podem controlá-los para que não procriem.
E todos continuam fazendo o que bem querem de suas vidas, sabendo que outros arcarão com as consequências de seus atos.
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